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No mês de novembro, as atenções do mundo estarão voltadas para Belém (PA), município escolhido para sediar a de 30ª Conferência das Partes (COP 30), evento global organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de debater e incrementar ações de proteção ao meio ambiente e combate às mudanças climáticas que colocam em risco a vida no planeta. A COP 30 marca também uma década da celebração do Acordo de Paris – assinado por 195 países –, mediante o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fortalecer a adaptação às mudanças climáticas.
O Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02) já se adiantou às discussões do assunto; e, em parceria com o Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), a Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC) e a Organização Internacional de Técnicos (OITEC), realizou, nos dias 20 e 21 de agosto de 2025, o 1º Seminário Internacional de Discussão Climática do CRT-02 (SIDCLIMA) com o tema central “COP 30 na Amazônia – Desafios e Soluções para um Futuro Climático Sustentável”, reunindo lideranças técnicas nacionais e internacionais, pesquisadores, cientistas, pensadores, representantes de organizações não governamentais e da sociedade em geral, para abordagem de ações relacionadas ao clima e ao desenvolvimento sustentável.
Realizado no Hotel Princesa Louçã, a solenidade de abertura contou com a presença do anfitrião João Batista Souza, presidente do CRT-02; de Ricardo Nerbas, presidente do CFT; de Wilson Wanderlei Vieira, presidente da FENTEC e da OITEC; do uruguaio Juan Dias Luthar, ex-presidente da OITEC; de Murilo Gonçalves, assessor parlamentar do deputado Fábio Freitas, entre outras autoridades. “O SIDCLIMA nasce com o propósito de estabelecer debates qualificados, para que a sociedade também possa opinar sobre as mudanças climáticas. Teremos palestras, painéis e discussões importantes que nos levam a refletir como os técnicos podem – e devem – estar alinhados com as questões ambientais”, adiantou João Batista Souza. “Que seja um encontro de aprendizado e de conexão, e que possamos sair com mais conhecimentos e compromissos com um mundo mais sustentável”, acrescenta.
O Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Norte (CRT-RN) esteve presente, sendo representado por Jerônimo Andrade (presidente), Manoel Jusselino de Almeida e Silva (diretor de fiscalização e normas), Marina Clara Davi Guimarães (representante do RN no Fórum Nacional de Valorização da Atuação de Profissionais com Identidade de Gênero Feminino) e Bonifácio Pinheiro Camara Neto (procurador).
Heliene Margareth trouxe à tona o tema “Mineração Sustentável: Benefícios e Impactos”. Com uma carreira marcada pela liderança e inovação, a administradora de empresas é diretora da HVH Consultoria Empresarial e da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Mariana (ACIAM). Também atua como especialista em gestão ambiental, qualidade e estratégia de pessoas.
Para encerrar as atividades do dia, a palestrante Daniela Genu dissertou sobre “Política e Práticas Corporativas para o Desenvolvimento Sustentável e a Proteção da Amazônia”. Na construção de sua trajetória profissional, ela tornou-se cientista ambiental e gerente de relacionamento e meio ambiente da VALE S.A. Também lidera estratégias socioambientais região amazônica e coordena iniciativas ligadas à COP 30, com foco em infraestrutura sustentável, engajamento multissetorial e legado positivo nos territórios abrangidos pela empresa.
“Governança Climática: Como Enfretamento das Mudanças Climáticas” foi o tema do painel de Renata Andrade, perita judicial ambiental, auditora internacional ambiental, assessora parlamentar no Senado Federal, presidente fundadora da Rede de Governança Climática de Sustentabilidade (RGCS), lançada oficialmente em 5 de junho de 2024, Dia Mundial do Meio Ambiente, com o objetivo de atuar na mitigação das ações climáticas que afetam o planeta.
Ao final de sua explanação, foram entregues os certificados do curso de capacitação “Curso de Governança Climática Estratégica para Conselhos Técnicos: Formação para Liderança e Tomada de Decisão”, promovido pela RGCS e ministrado por ela mesma no dia anterior, com o propósito de certificar os participantes como uma espécie de “Embaixadores do Clima”.
Parlamentar com presença destacada em pautas ambientais e amazônicas, o senador Zequinha Marinho palestrou sobre “Financiamento Climático”. Ele também integra a Subcomissão Temporária de Acompanhamento da COP 30; o Grupo Parlamentar da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia, tipo de fórum de abrangência internacional para discussão e articulação de ações conjuntas em benefícios da região; e o Grupo de Trabalho sobre Regulamentação da Mineração em Terras Indígenas. De acordo com o atual presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, o objetivo do grupo é oferecer ao país uma proposta equilibrada, tecnicamente fundamentada e livre de contaminações ideológicas. “O Senado não quer um texto que legitime a exploração predatória de nossas riquezas, como já vimos tantas vezes no passado”, declarou, oportunamente.
Eficiência energética e aprovação da Carta de Belém
Em tempos de COP 30, a transição energética não poderia deixar de estar entre as pautas de discussão no 1º SIDCLIMA; pois, inserir os Técnicos Industriais nas transformações voltadas a um desenvolvimento sustentável politicamente correto é essencial, considerando que são dezenas de modalidades técnicas com atribuições diretamente relacionadas aos recursos ambientais. Assim, otimizar processos de produção de energia ao mesmo tempo em que se minimizam os impactos socioambientais deve fazer parte do dia a dia da profissão técnica.
Vice-presidente do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Sul (CRT-RS), Elemar Schneider é especialista no assunto, sobretudo quando se fala em hidrogênio verde – a fonte de energia do futuro, que surge como processo mais viável para a descarbonização do planeta. Para contribuir com o conteúdo do 1º SIDCLIMA, ele trouxe importantes reflexões na palestra “Transição Energética e Hidrogênio Verde: Energia que Transforma”, com destaque para o papel das novas matrizes energéticas.
Para complementar o painel: “Cobre, Clima e Conflito: O Desafio Sustentável da Transição Energética”, com explanação do Técnico em Eletromecânica e representante do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP) na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Kleber Veloso, surgiu uma proposta para compor a Carta de Belém: “Implementação de tecnologias sustentáveis de baixo carbono, seguindo o exemplo de muitos países, cujo uso já é normatizado mediante comprovação científica, mas que ainda não foram normatizadas pela ABNT ou demais agências e/ou institutos nacionais responsáveis”.
No encerramento do 1º SIDCLIMA, o mestre de cerimônia e jornalista, Claiton César, procedeu à leitura da Carta de Belém, elaborada por um grupo de jornalistas composto especificamente para essa função. Aprovado e assinado pelas entidades signatárias, aval dos participantes como apoiadores da iniciativa, o documento será encaminhado à organização da COP 30, de maneira a inserir os Técnicos Industriais nas discussões e transformações necessárias para um desenvolvimento e um planeta autossustentável. Acesse a Carta de Belém.
A transmissão, na íntegra, do 1º SIDCLIMA, está disponível no Canal do CRT-02 no YouTube.
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No mês de novembro, as atenções do mundo estarão voltadas para Belém (PA), município escolhido para sediar a de 30ª Conferência das Partes (COP 30), evento global organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de debater e incrementar ações de proteção ao meio ambiente e combate às mudanças climáticas que colocam em risco a vida no planeta. A COP 30 marca também uma década da celebração do Acordo de Paris – assinado por 195 países –, mediante o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fortalecer a adaptação às mudanças climáticas.
O Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02) já se adiantou às discussões do assunto; e, em parceria com o Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), a Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC) e a Organização Internacional de Técnicos (OITEC), realizou, nos dias 20 e 21 de agosto de 2025, o 1º Seminário Internacional de Discussão Climática do CRT-02 (SIDCLIMA) com o tema central “COP 30 na Amazônia – Desafios e Soluções para um Futuro Climático Sustentável”, reunindo lideranças técnicas nacionais e internacionais, pesquisadores, cientistas, pensadores, representantes de organizações não governamentais e da sociedade em geral, para abordagem de ações relacionadas ao clima e ao desenvolvimento sustentável.
Realizado no Hotel Princesa Louçã, a solenidade de abertura contou com a presença do anfitrião João Batista Souza, presidente do CRT-02; de Ricardo Nerbas, presidente do CFT; de Wilson Wanderlei Vieira, presidente da FENTEC e da OITEC; do uruguaio Juan Dias Luthar, ex-presidente da OITEC; de Murilo Gonçalves, assessor parlamentar do deputado Fábio Freitas, entre outras autoridades. “O SIDCLIMA nasce com o propósito de estabelecer debates qualificados, para que a sociedade também possa opinar sobre as mudanças climáticas. Teremos palestras, painéis e discussões importantes que nos levam a refletir como os técnicos podem – e devem – estar alinhados com as questões ambientais”, adiantou João Batista Souza. “Que seja um encontro de aprendizado e de conexão, e que possamos sair com mais conhecimentos e compromissos com um mundo mais sustentável”, acrescenta.
O Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Norte (CRT-RN) esteve presente, sendo representado por Jerônimo Andrade (presidente), Manoel Jusselino de Almeida e Silva (diretor de fiscalização e normas), Marina Clara Davi Guimarães (representante do RN no Fórum Nacional de Valorização da Atuação de Profissionais com Identidade de Gênero Feminino) e Bonifácio Pinheiro Camara Neto (procurador).
Heliene Margareth trouxe à tona o tema “Mineração Sustentável: Benefícios e Impactos”. Com uma carreira marcada pela liderança e inovação, a administradora de empresas é diretora da HVH Consultoria Empresarial e da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Mariana (ACIAM). Também atua como especialista em gestão ambiental, qualidade e estratégia de pessoas.
Para encerrar as atividades do dia, a palestrante Daniela Genu dissertou sobre “Política e Práticas Corporativas para o Desenvolvimento Sustentável e a Proteção da Amazônia”. Na construção de sua trajetória profissional, ela tornou-se cientista ambiental e gerente de relacionamento e meio ambiente da VALE S.A. Também lidera estratégias socioambientais região amazônica e coordena iniciativas ligadas à COP 30, com foco em infraestrutura sustentável, engajamento multissetorial e legado positivo nos territórios abrangidos pela empresa.
“Governança Climática: Como Enfretamento das Mudanças Climáticas” foi o tema do painel de Renata Andrade, perita judicial ambiental, auditora internacional ambiental, assessora parlamentar no Senado Federal, presidente fundadora da Rede de Governança Climática de Sustentabilidade (RGCS), lançada oficialmente em 5 de junho de 2024, Dia Mundial do Meio Ambiente, com o objetivo de atuar na mitigação das ações climáticas que afetam o planeta.
Ao final de sua explanação, foram entregues os certificados do curso de capacitação “Curso de Governança Climática Estratégica para Conselhos Técnicos: Formação para Liderança e Tomada de Decisão”, promovido pela RGCS e ministrado por ela mesma no dia anterior, com o propósito de certificar os participantes como uma espécie de “Embaixadores do Clima”.
Parlamentar com presença destacada em pautas ambientais e amazônicas, o senador Zequinha Marinho palestrou sobre “Financiamento Climático”. Ele também integra a Subcomissão Temporária de Acompanhamento da COP 30; o Grupo Parlamentar da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia, tipo de fórum de abrangência internacional para discussão e articulação de ações conjuntas em benefícios da região; e o Grupo de Trabalho sobre Regulamentação da Mineração em Terras Indígenas. De acordo com o atual presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, o objetivo do grupo é oferecer ao país uma proposta equilibrada, tecnicamente fundamentada e livre de contaminações ideológicas. “O Senado não quer um texto que legitime a exploração predatória de nossas riquezas, como já vimos tantas vezes no passado”, declarou, oportunamente.
Eficiência energética e aprovação da Carta de Belém
Em tempos de COP 30, a transição energética não poderia deixar de estar entre as pautas de discussão no 1º SIDCLIMA; pois, inserir os Técnicos Industriais nas transformações voltadas a um desenvolvimento sustentável politicamente correto é essencial, considerando que são dezenas de modalidades técnicas com atribuições diretamente relacionadas aos recursos ambientais. Assim, otimizar processos de produção de energia ao mesmo tempo em que se minimizam os impactos socioambientais deve fazer parte do dia a dia da profissão técnica.
Vice-presidente do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Sul (CRT-RS), Elemar Schneider é especialista no assunto, sobretudo quando se fala em hidrogênio verde – a fonte de energia do futuro, que surge como processo mais viável para a descarbonização do planeta. Para contribuir com o conteúdo do 1º SIDCLIMA, ele trouxe importantes reflexões na palestra “Transição Energética e Hidrogênio Verde: Energia que Transforma”, com destaque para o papel das novas matrizes energéticas.
Para complementar o painel: “Cobre, Clima e Conflito: O Desafio Sustentável da Transição Energética”, com explanação do Técnico em Eletromecânica e representante do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP) na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Kleber Veloso, surgiu uma proposta para compor a Carta de Belém: “Implementação de tecnologias sustentáveis de baixo carbono, seguindo o exemplo de muitos países, cujo uso já é normatizado mediante comprovação científica, mas que ainda não foram normatizadas pela ABNT ou demais agências e/ou institutos nacionais responsáveis”.
No encerramento do 1º SIDCLIMA, o mestre de cerimônia e jornalista, Claiton César, procedeu à leitura da Carta de Belém, elaborada por um grupo de jornalistas composto especificamente para essa função. Aprovado e assinado pelas entidades signatárias, aval dos participantes como apoiadores da iniciativa, o documento será encaminhado à organização da COP 30, de maneira a inserir os Técnicos Industriais nas discussões e transformações necessárias para um desenvolvimento e um planeta autossustentável. Acesse a Carta de Belém.
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